09/05/2006 00:38
O adversário enjoado
Pat Riley deve estar furioso até agora. Cheio de anéis de campeão nos dedos, ele sabe muito bem o que o clima de playoff. Sabe que, numa partida de mata-mata, é preciso manter o máximo de concentração do início ao fim. Quando a bola sobe, todo mundo tem de estar 100% ligado. Se o técnico do Miami Heat chegou a refrescar a memória de seus jogadores sobre isso, eu não sei.
Sei que o time entrou em quadra, deu uma olhada para a torcida e, quando se virou para jogar basquete, o New Jersey Nets já vencia por 17 pontos. O colapso no primeiro quarto custou caro à turma da Flórida. A derrota significa a obrigação de vencer, ao menos uma vez, no terreno do adversário.
O amigo pode se espantar:
"Ué, qual é o mistério em bater os Nets em Nova Jersey?"
Bater os Nets é um mistério insondável para o Heat, seja em Nova Jersey, em Miami, em Tóquio ou em Ribeirão Preto.
Já se vai meio ano desde que isso aconteceu pela última vez. Foi em novembro de 2005, logo no início do campeonato, chorado, por um pontinho, com um lance livre de Dwyane Wade a cinco segundos do fim. Para piorar, ainda foi roubado. Na seqüência do lance, Vince Carter sofreu uma falta ignorada pela arbitragem.
Depois disso, vieram três tropeços, sempre esbarrando em Carter: 51 pontos em dezembro, triplo-duplo em fevereiro, 43 pontos em abril. Tá difícil parar o homem.
Na noite de segunda-feira, o camisa 15 do New Jersey teve mais uma boa atuação, com 27 pontos, oito rebotes e seis assistências. Foi o bastante para manter o tabu.
Quando o universo parecia conspirar a favor dos Nets, a estrela de Pat Riley deu uma passadinha na American Airlines Arena: Richard Jefferson torceu o tornozelo e é dúvida para o jogo 2. Será que agora vai?
[Rodrigo Alves]
Pat Riley deve estar furioso até agora. Cheio de anéis de campeão nos dedos, ele sabe muito bem o que o clima de playoff. Sabe que, numa partida de mata-mata, é preciso manter o máximo de concentração do início ao fim. Quando a bola sobe, todo mundo tem de estar 100% ligado. Se o técnico do Miami Heat chegou a refrescar a memória de seus jogadores sobre isso, eu não sei.Sei que o time entrou em quadra, deu uma olhada para a torcida e, quando se virou para jogar basquete, o New Jersey Nets já vencia por 17 pontos. O colapso no primeiro quarto custou caro à turma da Flórida. A derrota significa a obrigação de vencer, ao menos uma vez, no terreno do adversário.
O amigo pode se espantar:
"Ué, qual é o mistério em bater os Nets em Nova Jersey?"
Bater os Nets é um mistério insondável para o Heat, seja em Nova Jersey, em Miami, em Tóquio ou em Ribeirão Preto.
Já se vai meio ano desde que isso aconteceu pela última vez. Foi em novembro de 2005, logo no início do campeonato, chorado, por um pontinho, com um lance livre de Dwyane Wade a cinco segundos do fim. Para piorar, ainda foi roubado. Na seqüência do lance, Vince Carter sofreu uma falta ignorada pela arbitragem.
Depois disso, vieram três tropeços, sempre esbarrando em Carter: 51 pontos em dezembro, triplo-duplo em fevereiro, 43 pontos em abril. Tá difícil parar o homem.
Na noite de segunda-feira, o camisa 15 do New Jersey teve mais uma boa atuação, com 27 pontos, oito rebotes e seis assistências. Foi o bastante para manter o tabu.
Quando o universo parecia conspirar a favor dos Nets, a estrela de Pat Riley deu uma passadinha na American Airlines Arena: Richard Jefferson torceu o tornozelo e é dúvida para o jogo 2. Será que agora vai?
[Rodrigo Alves]
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