18/05/2006 21:59
Duncan ainda é o cara
Pela primeira vez em sua carreira, o ala Tim Duncan, do San Antonio Spurs, ficou fora da seleção da temporada. O quinteto titular foi divulgado pela NBA e, para o lugar de Duncan, a lista traz a justa presença de Dirk Nowitzki. Além do alemão, os outros integrantes são os armadores Steve Nash e Kobe Bryant, o ala LeBron James e o pivô Shaquille O´Neal.
Uma seleção pra acabar com qualquer discussão.
Duncan merecia estar entre os cinco melhores da liga? Concordo que não. Agora, não me venham dizer que este é o início do fim. Essa história de “enganador” vale única e exclusivamente pro nosso descontraído bate-papo do chat que rola durante as transmissões no GloboEsporte.com.
Olhando a série entre os dois times do Texas, não podemos deixar de destacar a importância de Duncan. O ala é o motivo principal para o Spurs ainda sonhar com a conquista do bicampeonato da liga. O quinto jogo da série foi mais uma prova disso. A vitória por um ponto evitou a eliminação precoce do alvinegro de San Antonio.
Duncan, pela enésima vez em sua carreira, foi sensacional: cestinha da partida com 36 pontos, além de pegar 12 rebotes... sendo 4 no ataque.
Muito se fala do conjunto do San Antonio Spurs, da experiência que jogadores como Robert Horry, Michael Finley e Nick Van Exel podem adicionar ao time comandado por Gregg Popovich. Exalta-se a garra de Ginobili, a força de marcação de Bruce Bowen e a precisão, habilidade e velocidade do francês Tony Parker. Todos eles formando aquele cordão de proteção e ajuda ao redor do astro rei.
O problema é que nenhum dos citados acima consegue encaixar uma seqüência de atuações convincentes. Já vimos como o improvisado Horry vem rendendo na posição de pivô, como Van Exel é uma bomba-relógio, como Parker muitas vezes parece estar com os quatro pneus arriados... o mesmo valendo para o argentino Ginobili: antes peça decisiva, agora uma incógnita. Bowen e Finley até que se esforçam, mas é pouco para garantir vitórias.
Resta Duncan - solitário como nos tempos de nadador - quando viu um tufão destruir a única piscina das Ilhas Virgens... o seu sonho de então. Nadar sozinho contra a maré não é novidade para ele.
[Roby Porto]
Pela primeira vez em sua carreira, o ala Tim Duncan, do San Antonio Spurs, ficou fora da seleção da temporada. O quinteto titular foi divulgado pela NBA e, para o lugar de Duncan, a lista traz a justa presença de Dirk Nowitzki. Além do alemão, os outros integrantes são os armadores Steve Nash e Kobe Bryant, o ala LeBron James e o pivô Shaquille O´Neal.Uma seleção pra acabar com qualquer discussão.
Duncan merecia estar entre os cinco melhores da liga? Concordo que não. Agora, não me venham dizer que este é o início do fim. Essa história de “enganador” vale única e exclusivamente pro nosso descontraído bate-papo do chat que rola durante as transmissões no GloboEsporte.com.
Olhando a série entre os dois times do Texas, não podemos deixar de destacar a importância de Duncan. O ala é o motivo principal para o Spurs ainda sonhar com a conquista do bicampeonato da liga. O quinto jogo da série foi mais uma prova disso. A vitória por um ponto evitou a eliminação precoce do alvinegro de San Antonio.
Duncan, pela enésima vez em sua carreira, foi sensacional: cestinha da partida com 36 pontos, além de pegar 12 rebotes... sendo 4 no ataque.
Muito se fala do conjunto do San Antonio Spurs, da experiência que jogadores como Robert Horry, Michael Finley e Nick Van Exel podem adicionar ao time comandado por Gregg Popovich. Exalta-se a garra de Ginobili, a força de marcação de Bruce Bowen e a precisão, habilidade e velocidade do francês Tony Parker. Todos eles formando aquele cordão de proteção e ajuda ao redor do astro rei.
O problema é que nenhum dos citados acima consegue encaixar uma seqüência de atuações convincentes. Já vimos como o improvisado Horry vem rendendo na posição de pivô, como Van Exel é uma bomba-relógio, como Parker muitas vezes parece estar com os quatro pneus arriados... o mesmo valendo para o argentino Ginobili: antes peça decisiva, agora uma incógnita. Bowen e Finley até que se esforçam, mas é pouco para garantir vitórias.
Resta Duncan - solitário como nos tempos de nadador - quando viu um tufão destruir a única piscina das Ilhas Virgens... o seu sonho de então. Nadar sozinho contra a maré não é novidade para ele.
[Roby Porto]
postado por GloboEsporte.com | Comentários:

Dá vontade de escrever que este é o início de playoff mais sensacional que eu já vi em toda a minha vida.
