09/06/2006 11:29
Muito estudo, poucos golpes
A final da NBA começou como uma luta de boxe. Não, meus caros, não estou falando das cotoveladas de Shaquille O´Neal em Dirk Nowitzki e Stackhouse, até porque o pugilismo, ao contrário do basquete, não tolera o uso dos cotovelos. A semelhança, na verdade, está nos dois técnicos, que aproveitaram o clima tenso do jogo 1 para estudar o adversário. Para o domingo, a expectativa é que os times façam os devidos ajustes e se lancem, com certo sentido de urgência, em busca de um nocaute.
Na noite de quinta-feira, pouca coisa funcionou em ambos os lados. Para se ter uma idéia, dos três craques que figuram na série, dois fracassaram: Shaq e Dirk. O outro, Dwyane Wade, exibiu números consistentes, mas não conseguiu fazer seu time render na hora da verdade.
Nem o MVP da partida escapou do momento-vergonha.
Jason Terry fez 32 pontos e botou o Dallas nas costas, mas errou uma bandeja, que, cá entre nós, até eu faria.
Quer dizer, eu acho.
Entre mortos e feridos, o Dallas arrancou uma vitória fundamental. Boa notícia para Avery Johnson, que terá dois dias para acertar as engrenagens e buscar o segundo triunfo. O mesmo vale para o Heat, com o escaldado Pat Riley. Até domingo, vai ser um tal de rabiscar prancheta...
= = =
Para não dizer que não falei de Baby, penso o seguinte: a chegada de Bryan Colangelo é um sinal de novos tempos no Toronto Raptors, e o nosso Araújo poderia, enfim, ganhar seu espaço. Mas dou crédito à tese do Tiago Campante, da redação do Globoesporte.com: se ele tivesse ficado, poderia ser chutado na primeira barca em troca de duas mariolas. Então foi bom que tenha ido logo. Boa sorte para o garoto em Salt Lake City.
[Rodrigo Alves]
A final da NBA começou como uma luta de boxe. Não, meus caros, não estou falando das cotoveladas de Shaquille O´Neal em Dirk Nowitzki e Stackhouse, até porque o pugilismo, ao contrário do basquete, não tolera o uso dos cotovelos. A semelhança, na verdade, está nos dois técnicos, que aproveitaram o clima tenso do jogo 1 para estudar o adversário. Para o domingo, a expectativa é que os times façam os devidos ajustes e se lancem, com certo sentido de urgência, em busca de um nocaute.Na noite de quinta-feira, pouca coisa funcionou em ambos os lados. Para se ter uma idéia, dos três craques que figuram na série, dois fracassaram: Shaq e Dirk. O outro, Dwyane Wade, exibiu números consistentes, mas não conseguiu fazer seu time render na hora da verdade.
Nem o MVP da partida escapou do momento-vergonha.
Jason Terry fez 32 pontos e botou o Dallas nas costas, mas errou uma bandeja, que, cá entre nós, até eu faria.
Quer dizer, eu acho.
Entre mortos e feridos, o Dallas arrancou uma vitória fundamental. Boa notícia para Avery Johnson, que terá dois dias para acertar as engrenagens e buscar o segundo triunfo. O mesmo vale para o Heat, com o escaldado Pat Riley. Até domingo, vai ser um tal de rabiscar prancheta...
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Para não dizer que não falei de Baby, penso o seguinte: a chegada de Bryan Colangelo é um sinal de novos tempos no Toronto Raptors, e o nosso Araújo poderia, enfim, ganhar seu espaço. Mas dou crédito à tese do Tiago Campante, da redação do Globoesporte.com: se ele tivesse ficado, poderia ser chutado na primeira barca em troca de duas mariolas. Então foi bom que tenha ido logo. Boa sorte para o garoto em Salt Lake City.
[Rodrigo Alves]
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