28/06/2006 15:13
Hora de construir o futuro
O que têm em comum jogadores como Kwame Brown, Kenyon Martin, Michael Olowokandi, Joe Smith e Derrick Coleman?
São todos uns grandalhões enganadores? Sim, mas não é apenas isso. Os cinco bondes citados são frutos da primeira posição de drafts passados. Então o que têm em comum Tony Parker, Tayshaun Prince, Andrei Kirilenko, Boris Diaw, Josh Howard? Todos foram pescados abaixo da vigésima posição. Dá para entender cabeça de cartola?
Claro que dá.
Em alguns casos pode até ser falta de visão, mas que o draft é uma bela loteria, isso é. Quando o Portland Trail Blazers seleciona Sam Bowie e deixa Michael Jordan passar, não dá para não crucificar os dirigentes, mas na maioria das vezes o processo de seleção tem a ver com sorte.
Por mais que se estude a nova classe de calouros, muitos tiros são dados no escuro.
E hoje é dia de artilharia pesada. Serão 60 cartuchos ao longo das duas rodadas. Resta saber quem terá a melhor pontaria, mas isso, na verdade, a gente só vai saber daqui a alguns meses ou, quem sabe, alguns anos.
De todo modo, convém ficar de olho na nova geração. Por isso eu e Roby Porto convidamos vocês para um chat no Globoesporte.com a partir das 20h. É só entrar na página de NBA e acessar o link. Será um espaço livre para análises, pitacos e provocações sobre o futuro imediato da liga.
Até lá!
[Rodrigo Alves]
O que têm em comum jogadores como Kwame Brown, Kenyon Martin, Michael Olowokandi, Joe Smith e Derrick Coleman?São todos uns grandalhões enganadores? Sim, mas não é apenas isso. Os cinco bondes citados são frutos da primeira posição de drafts passados. Então o que têm em comum Tony Parker, Tayshaun Prince, Andrei Kirilenko, Boris Diaw, Josh Howard? Todos foram pescados abaixo da vigésima posição. Dá para entender cabeça de cartola?
Claro que dá.
Em alguns casos pode até ser falta de visão, mas que o draft é uma bela loteria, isso é. Quando o Portland Trail Blazers seleciona Sam Bowie e deixa Michael Jordan passar, não dá para não crucificar os dirigentes, mas na maioria das vezes o processo de seleção tem a ver com sorte.
Por mais que se estude a nova classe de calouros, muitos tiros são dados no escuro.
E hoje é dia de artilharia pesada. Serão 60 cartuchos ao longo das duas rodadas. Resta saber quem terá a melhor pontaria, mas isso, na verdade, a gente só vai saber daqui a alguns meses ou, quem sabe, alguns anos.
De todo modo, convém ficar de olho na nova geração. Por isso eu e Roby Porto convidamos vocês para um chat no Globoesporte.com a partir das 20h. É só entrar na página de NBA e acessar o link. Será um espaço livre para análises, pitacos e provocações sobre o futuro imediato da liga.
Até lá!
[Rodrigo Alves]
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