27/07/2006 01:59
Devaneios do basquete globalizado
Caso o amigo não tenha se ligado nas imagens da NBA nas últimas semanas, o camarada aí ao lado é Steve Nash, em novo visual à la Zinedine Zidane. Lembrei-me dele ao pensar na seleção de basquete dos Estados Unidos. Percebi, aliás, que as duas principais deficiências do time de Mike Krzyzewski seriam resolvidas, num estalar de dedos, com dois gringos que brilham na NBA.
O novo-careca era tudo que o técnico queria para comandar a armação. O jovem Chris Paul é um grande nome, mas ainda (eu disse ainda) não está no nível de Nash. Malandro, inteligente e bom chutador, o craque do Phoenix Suns seria a peça perfeita para fazer o resto da turma render mais dentro da quadra.
A outra lacuna no elenco é um ala capaz de fazer bonito no garrafão e, ao mesmo tempo, puxar o marcador para o perímetro com a ameaça dos tiros de fora. Para o azar dos EUA, este personagem é o alemão Dirk Nowitzki.
Imaginem, portanto, o que seria esta seleção:
Nash, Wade, LeBron, Nowitzki e Stoudemire.
Dá até medo.
Quer ir além? Então faça um exercício de imaginação bolando um escrete só com os estrangeiros que jogam nos Estados Unidos. Que tal Nash, Ginobili, Kirilenko, Nowitzki e Yao? E um quinteto reserva com Parker, Leandrinho, Stojakovic, Diaw e Gasol?
Fico me perguntando como será a NBA daqui a 10 anos.
E não consigo encontrar a resposta.
[Rodrigo Alves]
Caso o amigo não tenha se ligado nas imagens da NBA nas últimas semanas, o camarada aí ao lado é Steve Nash, em novo visual à la Zinedine Zidane. Lembrei-me dele ao pensar na seleção de basquete dos Estados Unidos. Percebi, aliás, que as duas principais deficiências do time de Mike Krzyzewski seriam resolvidas, num estalar de dedos, com dois gringos que brilham na NBA.O novo-careca era tudo que o técnico queria para comandar a armação. O jovem Chris Paul é um grande nome, mas ainda (eu disse ainda) não está no nível de Nash. Malandro, inteligente e bom chutador, o craque do Phoenix Suns seria a peça perfeita para fazer o resto da turma render mais dentro da quadra.
A outra lacuna no elenco é um ala capaz de fazer bonito no garrafão e, ao mesmo tempo, puxar o marcador para o perímetro com a ameaça dos tiros de fora. Para o azar dos EUA, este personagem é o alemão Dirk Nowitzki.
Imaginem, portanto, o que seria esta seleção:
Nash, Wade, LeBron, Nowitzki e Stoudemire.
Dá até medo.
Quer ir além? Então faça um exercício de imaginação bolando um escrete só com os estrangeiros que jogam nos Estados Unidos. Que tal Nash, Ginobili, Kirilenko, Nowitzki e Yao? E um quinteto reserva com Parker, Leandrinho, Stojakovic, Diaw e Gasol?
Fico me perguntando como será a NBA daqui a 10 anos.
E não consigo encontrar a resposta.
[Rodrigo Alves]
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