05/08/2006 04:14
Vou ali no açougue e já volto...
"Quero estar num time que esteja nas finais, não que me pague mais. Se ganhar uns US$ 10 milhões, já está bom".
Este, meus caros, é Leandro Mateus Barbosa, em ótima entrevista a David Abramvezt, Paulo Roberto Conde e Marcel Merguizo, publicada há duas semanas na revista A+, do jornal Lance. A resposta veio, claro, após a comparação com os US$ 60 milhões que Nenê vai receber do Denver Nuggets por seis temporadas.
Pois alguns dias se passaram e, de forma natural, Leandrinho acertou a extensão do seu contrato com o Phoenix Suns. Ficou no meio do caminho entre os 10 e os 60: vai embolsar US$ 32 milhões em cinco anos.
É um valor justo.
Sem mesquinharia do time, sem ganância do atleta.
Mike D´Antoni confia no armador e sabe que ele pode ser uma das peças principais da franquia no futuro próximo. Leandrinho, por sua vez, garantiu uma ótima grana e fincou bandeira numa equipe que tem tudo para brigar pelo título.
Não se esqueçam que Raja Bell está prestes a completar 31 anos. O veterano é importante hoje, mas não será titular por muito tempo. Sabe-se portanto que, pelo curso natural, aquela vaga ali já tem dono e ninguém tasca.
Em Denver, Nenê disputa posição com Kenyon Martin, e os dois vivem às turras. Dizem até que já trocaram socos.
Em Phoenix, Leandrinho disputa posição com Bell, e os dois são amigos inseparáveis. Dê só uma olhada em mais essa frase publicada na entrevista:
"Eu, Nash e Raja não vamos nem ao açougue comprar carne se o outro não for. Tudo que a gente faz é junto, sempre".
Assim funcionam as coisas no Arizona.
Com a simplicidade de alguém que sai de casa e vai ali na esquina comprar um pedaço de alcatra.
[Rodrigo Alves]
"Quero estar num time que esteja nas finais, não que me pague mais. Se ganhar uns US$ 10 milhões, já está bom".Este, meus caros, é Leandro Mateus Barbosa, em ótima entrevista a David Abramvezt, Paulo Roberto Conde e Marcel Merguizo, publicada há duas semanas na revista A+, do jornal Lance. A resposta veio, claro, após a comparação com os US$ 60 milhões que Nenê vai receber do Denver Nuggets por seis temporadas.
Pois alguns dias se passaram e, de forma natural, Leandrinho acertou a extensão do seu contrato com o Phoenix Suns. Ficou no meio do caminho entre os 10 e os 60: vai embolsar US$ 32 milhões em cinco anos.
É um valor justo.
Sem mesquinharia do time, sem ganância do atleta.
Mike D´Antoni confia no armador e sabe que ele pode ser uma das peças principais da franquia no futuro próximo. Leandrinho, por sua vez, garantiu uma ótima grana e fincou bandeira numa equipe que tem tudo para brigar pelo título.
Não se esqueçam que Raja Bell está prestes a completar 31 anos. O veterano é importante hoje, mas não será titular por muito tempo. Sabe-se portanto que, pelo curso natural, aquela vaga ali já tem dono e ninguém tasca.
Em Denver, Nenê disputa posição com Kenyon Martin, e os dois vivem às turras. Dizem até que já trocaram socos.
Em Phoenix, Leandrinho disputa posição com Bell, e os dois são amigos inseparáveis. Dê só uma olhada em mais essa frase publicada na entrevista:
"Eu, Nash e Raja não vamos nem ao açougue comprar carne se o outro não for. Tudo que a gente faz é junto, sempre".
Assim funcionam as coisas no Arizona.
Com a simplicidade de alguém que sai de casa e vai ali na esquina comprar um pedaço de alcatra.
[Rodrigo Alves]
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