13/01/2007 11:01
O dilema de um veterano
E o Philadelphia 76ers, coitado, lá no fim da tabela, continua bagunçando a NBA. Primeiro foi Allen Iverson, que deixou o time e turbinou a central de boatos antes de assinar com o Denver Nuggets. Agora é Chris Webber, que resolveu pular do barco e voltou a agitar os escritórios da liga. A situação beira o surreal: o ala-pivô pediu o boné porque estava insatisfeito com o seu aproveitamento pelo técnico Maurice Cheeks. E agora anuncia que está a fim de disputar o título. Peraí. Uma coisa ou outra.
Ou Webber parte para um time fraco e ganha todos os minutos que deseja, ou assina com um candidato ao caneco e se sujeita a um papel reduzido na rotação.
O que vai pesar mais? A vaidade de estar em quadra o tempo todo ou a vontade de ser campeão?
Ao que parece, o veterano está de olho na taça. Por isso já deu sua lista de times favoritos, que inclui medalhões como Dallas, San Antonio e Detroit. Este último parece ser o favorito. Seria uma volta às raízes dos tempos de basquete universitário, mas como resolver o dilema da rotação? O que Rasheed Wallace, por exemplo, acharia disso?
No Texas, nem se fala. O sujeito seria um reserva de luxo. O candidato que mais parece disposto a lhe estender minutos generosos é o Los Angeles Lakers, principalmente com as lesões de Kwame Brown e Lamar Odom. Mas aí a garantia do título fica um pouco mais distante.
O mesmo vale para o Orlando Magic. Webber tem o mesmo empresário de Dwight Howard e poderia dividir o garrafão com ele, mas precisa ter paciência para esperar os resultados práticos de um elenco renovado.
A verdade é que, desde a virada do milênio, quando chegou a ter médias de 27 pontos e 11 rebotes, Chris Webber não empolga mais ninguém. Para ser útil hoje a um time da NBA, precisa aceitar um papel limitado. Ué, mas não foi justamente por isso que ele abandonou os 76ers?
[Rodrigo Alves]
E o Philadelphia 76ers, coitado, lá no fim da tabela, continua bagunçando a NBA. Primeiro foi Allen Iverson, que deixou o time e turbinou a central de boatos antes de assinar com o Denver Nuggets. Agora é Chris Webber, que resolveu pular do barco e voltou a agitar os escritórios da liga. A situação beira o surreal: o ala-pivô pediu o boné porque estava insatisfeito com o seu aproveitamento pelo técnico Maurice Cheeks. E agora anuncia que está a fim de disputar o título. Peraí. Uma coisa ou outra.Ou Webber parte para um time fraco e ganha todos os minutos que deseja, ou assina com um candidato ao caneco e se sujeita a um papel reduzido na rotação.
O que vai pesar mais? A vaidade de estar em quadra o tempo todo ou a vontade de ser campeão?
Ao que parece, o veterano está de olho na taça. Por isso já deu sua lista de times favoritos, que inclui medalhões como Dallas, San Antonio e Detroit. Este último parece ser o favorito. Seria uma volta às raízes dos tempos de basquete universitário, mas como resolver o dilema da rotação? O que Rasheed Wallace, por exemplo, acharia disso?
No Texas, nem se fala. O sujeito seria um reserva de luxo. O candidato que mais parece disposto a lhe estender minutos generosos é o Los Angeles Lakers, principalmente com as lesões de Kwame Brown e Lamar Odom. Mas aí a garantia do título fica um pouco mais distante.
O mesmo vale para o Orlando Magic. Webber tem o mesmo empresário de Dwight Howard e poderia dividir o garrafão com ele, mas precisa ter paciência para esperar os resultados práticos de um elenco renovado.
A verdade é que, desde a virada do milênio, quando chegou a ter médias de 27 pontos e 11 rebotes, Chris Webber não empolga mais ninguém. Para ser útil hoje a um time da NBA, precisa aceitar um papel limitado. Ué, mas não foi justamente por isso que ele abandonou os 76ers?
[Rodrigo Alves]
postado por GloboEsporte.com | Comentários:


