26/01/2007 17:55
Vida que segue, Arenas
O armador Gilbert Arenas, do Washington Wizards, conquistou a vaga de titular para a disputa do Jogo das Estrelas da NBA de forma espetacular e justa, superando Vince Carter, do New Jersey Nets, por pouco mais de 3 mil votos - uma diferença ínfima se levarmos em consideração que os dois somaram perto de 3 milhões de votos na contagem final.
Espetacular sim, pois reflete a maneira como o craque do Wizards vem atuando nesta temporada; e justa, no meu entender, por merecer uma vaga ao lado de Dwyane Wade para comandar o Leste.
Agora, ao invés de curtir a escolha como um prêmio e reconhecimento ao seu talento - ele estava atrás na disputa por mais de 200 mil votos no início de janeiro -, Arenas resolveu fazer o seguinte: soltou o verbo e mostrou que ainda pretende exorcizar os muitos fantasmas que povoam sua mente.
A declaração mais absurda de todas nos dá conta da mentalidade perturbada desse jogador: “Trocaria um ano de NBA para jogar novamente o basquete universitário e enfrentar Duke”.
Como é que é? Me explica isso, Arenas…
Duke na verdade significa Mike Krzyzewski, técnico da tradicional universidade americana e também da seleção principal dos Estados Unidos, que por decisão própria cortou Arenas do grupo que disputou o Mundial do Japão.
Na ocasião Arenas teria tido um estiramento da virilha e não poderia se recuperar a tempo de ajudar a equipe. Nada, segundo o craque, que teria lhe impedido de jogar o Mundial. Daí a rusga.
“Quero voltar ao basquete universitário e marcar 84 ou 85 pontos contra Duke. Só assim ficarei satisfeito e poderei me vingar”, disse Arenas.
Mike D'Antoni, técnico do Phoenix Suns e assistente de Krzyzewski no Mundial, sentiu a ira de Arenas na pele. O armador soltou sua fúria contra o Suns marcando 54 pontos, e prometeu mais 50 contra o Blazers do também assistente Nate McMillan no próximo dia 11 de fevereiro.
Não é de se espantar que Arenas jogue com a camisa zero, ironizando os que não acreditavam que ele poderia ter 1 minuto sequer como titular da Universidade do Arizona.
[Roby Porto]
O armador Gilbert Arenas, do Washington Wizards, conquistou a vaga de titular para a disputa do Jogo das Estrelas da NBA de forma espetacular e justa, superando Vince Carter, do New Jersey Nets, por pouco mais de 3 mil votos - uma diferença ínfima se levarmos em consideração que os dois somaram perto de 3 milhões de votos na contagem final.Espetacular sim, pois reflete a maneira como o craque do Wizards vem atuando nesta temporada; e justa, no meu entender, por merecer uma vaga ao lado de Dwyane Wade para comandar o Leste.
Agora, ao invés de curtir a escolha como um prêmio e reconhecimento ao seu talento - ele estava atrás na disputa por mais de 200 mil votos no início de janeiro -, Arenas resolveu fazer o seguinte: soltou o verbo e mostrou que ainda pretende exorcizar os muitos fantasmas que povoam sua mente.
A declaração mais absurda de todas nos dá conta da mentalidade perturbada desse jogador: “Trocaria um ano de NBA para jogar novamente o basquete universitário e enfrentar Duke”.
Como é que é? Me explica isso, Arenas…
Duke na verdade significa Mike Krzyzewski, técnico da tradicional universidade americana e também da seleção principal dos Estados Unidos, que por decisão própria cortou Arenas do grupo que disputou o Mundial do Japão.
Na ocasião Arenas teria tido um estiramento da virilha e não poderia se recuperar a tempo de ajudar a equipe. Nada, segundo o craque, que teria lhe impedido de jogar o Mundial. Daí a rusga.
“Quero voltar ao basquete universitário e marcar 84 ou 85 pontos contra Duke. Só assim ficarei satisfeito e poderei me vingar”, disse Arenas.
Mike D'Antoni, técnico do Phoenix Suns e assistente de Krzyzewski no Mundial, sentiu a ira de Arenas na pele. O armador soltou sua fúria contra o Suns marcando 54 pontos, e prometeu mais 50 contra o Blazers do também assistente Nate McMillan no próximo dia 11 de fevereiro.
Não é de se espantar que Arenas jogue com a camisa zero, ironizando os que não acreditavam que ele poderia ter 1 minuto sequer como titular da Universidade do Arizona.
[Roby Porto]
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