16/03/2007 16:47
Os americanos aplaudem, e o Brasil não aproveita
Após o fiasco no Mundial do Japão, a temporada 2006/07 começou imersa em desconfiança para o basquete masculino brasileiro. Dois personagens fundamentais dessa história viviam momentos de incerteza. Sem vestir a camisa amarela desde 2003, será que Nenê conseguiria se recuperar da grave lesão no Denver Nuggets? E Leandrinho, figura omissa na Ásia, levantaria a cabeça em Phoenix?
Os dois brasileiros medem forças na noite deste sábado cientes de que deram a volta por cima. Em franca e evidente evolução (um mais que o outro, mas ambos evoluindo), Leandro Mateus Barbosa e Maybyner "Nenê" Hilário representam cada vez melhor a bandeira verde-amarela na liga americana.
Pena que eles devem passar o ano sem vestir essas cores de verdade. Respeitada nos Estados Unidos, a dupla está cada vez mais longe da seleção. Triste.
A noite deste sábado, com transmissão ao vivo pelo GLOBOESPORTE.COM, será uma rara oportunidade de curtir os dois talentos ao mesmo tempo. Eles ainda vão dividir a quadra de novo no dia 30 deste mês e, quem sabe, com um possível encontro numa série de playoffs.
Mas por que não em julho, no Rio de Janeiro? E por que não em agosto, em Las Vegas? Críticas à parte, torço para que a CBB mova montanhas e consiga este milagre. A esta altura, seria uma bênção para o basquete nacional.
[Rodrigo Alves]
Os dois brasileiros medem forças na noite deste sábado cientes de que deram a volta por cima. Em franca e evidente evolução (um mais que o outro, mas ambos evoluindo), Leandro Mateus Barbosa e Maybyner "Nenê" Hilário representam cada vez melhor a bandeira verde-amarela na liga americana.
Pena que eles devem passar o ano sem vestir essas cores de verdade. Respeitada nos Estados Unidos, a dupla está cada vez mais longe da seleção. Triste.
A noite deste sábado, com transmissão ao vivo pelo GLOBOESPORTE.COM, será uma rara oportunidade de curtir os dois talentos ao mesmo tempo. Eles ainda vão dividir a quadra de novo no dia 30 deste mês e, quem sabe, com um possível encontro numa série de playoffs.
Mas por que não em julho, no Rio de Janeiro? E por que não em agosto, em Las Vegas? Críticas à parte, torço para que a CBB mova montanhas e consiga este milagre. A esta altura, seria uma bênção para o basquete nacional.
[Rodrigo Alves]
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