17/02/2008 12:48
Super-herói é justamente para isso. Voa, Dwight!
No primeiro All-Star Game sem Shaquille O`Neal desde que o gigante surgiu na NBA, um clima de desconfiança pairava no ar. Quem seria capaz de manter o espírito criativo no fim de semana? O torneio de enterradas, como se sabe, vinha atraindo cada vez menos atenção. Os jogadores mostravam cravadas lindas, atléticas, acrobáticas, bem executadas, mas a criação tinha se perdido em algum momento pelo caminho.
Estava mesmo na hora de chamar um super-herói.
E ele apareceu, de capa e tudo, na noite de sábado.
Dwight Howard deixou a torcida em Nova Orleans - e no mundo inteiro, creio eu - com a sensação de que os bons tempos voltaram. Talvez não naquele mesmo nível de excelência de Michael Jordan, Dominique Wilkins ou Vince Carter, mas o pivô do Orlando entendeu perfeitamente o espírito da coisa. Deu um verdadeiro show de bom humor.
A velinha de Gerald Green também foi fantástica, mas Howard fez de tudo no sábado: duas enterradas de dificílima execução (primeiro, por trás da tabela; depois, dando um tapinha com a mão esquerda antes de finalizar com a direita) e duas absolutamente lúdicas (a da tabelinha de brinquedo e a do Super-Homem, que a rigor nem foi uma enterrada, já que ele nem tocou no aro - e pouco importa).
O que importa, ali, é a diversão. E todo mundo se divertiu.
Chega a ser simbólico que Howard tenha sido escolhido por O`Neal para a hilária dancinha que os dois protagonizaram no All-Star do ano passado. Foi uma passagem de bastão. Pivô, alto, forte, dominante, competitivo, mas, acima de tudo, bem-humorado e consciente de que o basquete também é entretenimento. Relaxa, Shaq, a NBA já arrumou um sucessor para você. Seja bem-vindo, Super Dwight.
[Rodrigo Alves]
No primeiro All-Star Game sem Shaquille O`Neal desde que o gigante surgiu na NBA, um clima de desconfiança pairava no ar. Quem seria capaz de manter o espírito criativo no fim de semana? O torneio de enterradas, como se sabe, vinha atraindo cada vez menos atenção. Os jogadores mostravam cravadas lindas, atléticas, acrobáticas, bem executadas, mas a criação tinha se perdido em algum momento pelo caminho.Estava mesmo na hora de chamar um super-herói.
E ele apareceu, de capa e tudo, na noite de sábado.
Dwight Howard deixou a torcida em Nova Orleans - e no mundo inteiro, creio eu - com a sensação de que os bons tempos voltaram. Talvez não naquele mesmo nível de excelência de Michael Jordan, Dominique Wilkins ou Vince Carter, mas o pivô do Orlando entendeu perfeitamente o espírito da coisa. Deu um verdadeiro show de bom humor.
A velinha de Gerald Green também foi fantástica, mas Howard fez de tudo no sábado: duas enterradas de dificílima execução (primeiro, por trás da tabela; depois, dando um tapinha com a mão esquerda antes de finalizar com a direita) e duas absolutamente lúdicas (a da tabelinha de brinquedo e a do Super-Homem, que a rigor nem foi uma enterrada, já que ele nem tocou no aro - e pouco importa).
O que importa, ali, é a diversão. E todo mundo se divertiu.
Chega a ser simbólico que Howard tenha sido escolhido por O`Neal para a hilária dancinha que os dois protagonizaram no All-Star do ano passado. Foi uma passagem de bastão. Pivô, alto, forte, dominante, competitivo, mas, acima de tudo, bem-humorado e consciente de que o basquete também é entretenimento. Relaxa, Shaq, a NBA já arrumou um sucessor para você. Seja bem-vindo, Super Dwight.
[Rodrigo Alves]
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