17/03/2008 12:04
A saga, o abismo e a avalanche
- O Los Angeles Lakers não teve Pau Gasol, mas o Houston Rockets praticamente não teve Tracy McGrady, em atuação apagada. E mesmo assim venceu pela 22ª vez seguida. O armador Rafer Alston foi o personagem de domingo, com 31 pontos, sua melhor marca na carreira. Com a vitória em casa, o time texano enfim se isola na liderança do Oeste. Recompensa merecida. A saga continua contra Boston (terça), New Orleans (quarta), Golden State (sexta) e Phoenix (sábado).
- Para você que ainda se impressiona com o abismo entre as conferências: no Oeste, o primeiro colocado tem apenas duas vitórias a mais que o sétimo. Do terceiro ao sétimo, aliás, todos têm 44 triunfos. No Leste, a diferença de vitórias entre primeiro e sétimo é de... 19.
- Quem não tem defesa caça com ataque. O Denver Nuggets levou essa filosofia a sério na rodada de domingo e sapecou 168 pontos em cima do Seattle (84 só no primeiro tempo!). Foi a quarta maior pontuação da história num jogo sem prorrogação, apenas cinco pontos atrás do recorde (173, duas vezes, com Boston em 1959 e Phoenix em 1990). E como bem notou o Roby, o nosso mestre Eduardo Najera, ídolo do chat nas transmissões, conseguiu a proeza de fazer... um ponto!
[Rodrigo Alves]
- O Los Angeles Lakers não teve Pau Gasol, mas o Houston Rockets praticamente não teve Tracy McGrady, em atuação apagada. E mesmo assim venceu pela 22ª vez seguida. O armador Rafer Alston foi o personagem de domingo, com 31 pontos, sua melhor marca na carreira. Com a vitória em casa, o time texano enfim se isola na liderança do Oeste. Recompensa merecida. A saga continua contra Boston (terça), New Orleans (quarta), Golden State (sexta) e Phoenix (sábado).- Para você que ainda se impressiona com o abismo entre as conferências: no Oeste, o primeiro colocado tem apenas duas vitórias a mais que o sétimo. Do terceiro ao sétimo, aliás, todos têm 44 triunfos. No Leste, a diferença de vitórias entre primeiro e sétimo é de... 19.
- Quem não tem defesa caça com ataque. O Denver Nuggets levou essa filosofia a sério na rodada de domingo e sapecou 168 pontos em cima do Seattle (84 só no primeiro tempo!). Foi a quarta maior pontuação da história num jogo sem prorrogação, apenas cinco pontos atrás do recorde (173, duas vezes, com Boston em 1959 e Phoenix em 1990). E como bem notou o Roby, o nosso mestre Eduardo Najera, ídolo do chat nas transmissões, conseguiu a proeza de fazer... um ponto!
[Rodrigo Alves]
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