22/04/2008 11:11
Ficou difícil, hein, seu McGrady...
Se o meu palpite na série entre Houston e Utah já tinha muito mais intuição do que razão, imagine agora. Com autoridade, o Jazz abriu 2 a 0 na casa do adversário e deu um passo determinante para avançar às semifinais do Oeste. A série ainda não acabou, claro, mas minha muleta para justificar o palpite recai sobre a ausência de Rafer Alston, que faz muita falta à equipe dos Rockets.
A esperança do time texano
é que o confronto vire algo parecido com a série de 2005 contra o Dallas Mavericks. Na ocasião, os quatro primeiros jogos foram vencidos pelos visitantes, só que a turma de Nowitzki acabou fechando em 4-3. Diante do forte Utah, virar o jogo soa como milagre. Ao que tudo indica, ainda não será dessa vez que Tracy McGrady será apresentado à segunda rodada do mata-mata. Deve ficar para a próxima.
Agora, e o LeBron, hein? Endiabrado na série contra o Washington, o homem já fez 2 a 0 para o Cleveland. Cá entre nós, Gilbert Arenas está mais atrapalhando do que ajudando. Sua atuação na segunda-feira foi ridícula. Sem ele, o time cumpriu ótima campanha na fase regular. Com ele, ainda não se achou. Que dilema para o Eddie Jordan...
Sobre a discussão acalorada na caixinha a respeito do prêmio de sexto homem, volto a dar minha opinião: se, no MVP, cada um usa seus critérios para escolher o favorito (atuações indivuais, peso para o time, elenco mais forte ou mais fraco ao redor), por que não se pode usar também para os outros prêmios? Pelo meu critétio, Ginóbili não é sexto homem nem aqui nem na China. É o melhor jogador do San Antonio no ano e o quinto melhor da temporada, atrás apenas de Paul, Kobe, LeBron e Garnett. Também não acho que a estratégia de sair do banco é feita de propósito só para ele ganhar o prêmio - Gregg Popovich não se prestaria a esse papelão. É uma configuração dos Spurs que tem dado certo ao longo dos últimos anos. Agora, não me obriguem a escolher o cara como sexto homem. Cada um com seus critérios.
[Rodrigo Alves]
Se o meu palpite na série entre Houston e Utah já tinha muito mais intuição do que razão, imagine agora. Com autoridade, o Jazz abriu 2 a 0 na casa do adversário e deu um passo determinante para avançar às semifinais do Oeste. A série ainda não acabou, claro, mas minha muleta para justificar o palpite recai sobre a ausência de Rafer Alston, que faz muita falta à equipe dos Rockets.A esperança do time texano
é que o confronto vire algo parecido com a série de 2005 contra o Dallas Mavericks. Na ocasião, os quatro primeiros jogos foram vencidos pelos visitantes, só que a turma de Nowitzki acabou fechando em 4-3. Diante do forte Utah, virar o jogo soa como milagre. Ao que tudo indica, ainda não será dessa vez que Tracy McGrady será apresentado à segunda rodada do mata-mata. Deve ficar para a próxima.
Agora, e o LeBron, hein? Endiabrado na série contra o Washington, o homem já fez 2 a 0 para o Cleveland. Cá entre nós, Gilbert Arenas está mais atrapalhando do que ajudando. Sua atuação na segunda-feira foi ridícula. Sem ele, o time cumpriu ótima campanha na fase regular. Com ele, ainda não se achou. Que dilema para o Eddie Jordan...
Sobre a discussão acalorada na caixinha a respeito do prêmio de sexto homem, volto a dar minha opinião: se, no MVP, cada um usa seus critérios para escolher o favorito (atuações indivuais, peso para o time, elenco mais forte ou mais fraco ao redor), por que não se pode usar também para os outros prêmios? Pelo meu critétio, Ginóbili não é sexto homem nem aqui nem na China. É o melhor jogador do San Antonio no ano e o quinto melhor da temporada, atrás apenas de Paul, Kobe, LeBron e Garnett. Também não acho que a estratégia de sair do banco é feita de propósito só para ele ganhar o prêmio - Gregg Popovich não se prestaria a esse papelão. É uma configuração dos Spurs que tem dado certo ao longo dos últimos anos. Agora, não me obriguem a escolher o cara como sexto homem. Cada um com seus critérios.[Rodrigo Alves]
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